Política

Leila do vôlei mantém chefe de gabinete que foi alvo de operação da PCDF

A senadora Leila Barros, a Leila do Vôlei (PDT-DF), mantém como chefe de gabinete Ricarda Raquel Barbosa Lima, sua ex-companheira de seleção brasileira e uma das dirigentes do Instituto Amigos do Vôlei (IAV).

Ricarda foi nomeada para o gabinete de Leila em 2019. Em fevereiro de 2021, já ocupando a chefia do gabinete, foi alvo da Operação Tie-Break, da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que investigou suspeitas de irregularidades na gestão do Centro Olímpico de Santa Maria pelo IAV.

Segundo as investigações divulgadas à época, o contrato com o GDF era de aproximadamente R$ 9,95 milhões. Cerca de R$ 3 milhões em despesas não teriam sido comprovados, e perícia apontou possível prejuízo de R$ 800,4 mil aos cofres públicos. Auditorias também identificaram questionamentos sobre preços e prestação de contas.

A investigação não significa condenação. Na época, a defesa de Ricarda afirmou que ela sempre agiu de forma ética e legal.

Apesar da operação, Ricarda permaneceu na estrutura política de Leila e continua como chefe de gabinete, segundo registros do Senado.

Outro nome ligado ao IAV, Francisco Barbosa Pedrosa, também passou pelo gabinete da senadora e atualmente aparece como tesoureiro do PDT-DF.

A situação ganha repercussão política diante do discurso de Leila em defesa do combate à corrupção. Em suas redes sociais, a senadora já afirmou: “não passo pano pra corrupção”.

Os registros públicos, porém, não demonstram que Leila tenha cometido qualquer irregularidade ou que Ricarda seja culpada pelos fatos investigados. O episódio coloca em discussão os critérios adotados pela senadora para a escolha e permanência de seus principais colaboradores.

A Guardiã da Notícia está aberta à manifestação de Leila Barros, Ricarda Lima, Francisco Barbosa Pedrosa e do Instituto Amigos do Vôlei.

Leila do vôlei mantém chefe de gabinete que foi alvo de operação da PCDF

Ricarda Lima foi nomeada em 2019 e estava no cargo quando a Operação Tie-Break investigou contratos do Instituto Amigos do Vôlei com o GDF

A senadora Leila Barros, a Leila do Vôlei (PDT-DF), mantém como chefe de gabinete Ricarda Raquel Barbosa Lima, sua ex-companheira de seleção brasileira e uma das dirigentes do Instituto Amigos do Vôlei (IAV).

Ricarda foi nomeada para o gabinete de Leila em 2019. Em fevereiro de 2021, já ocupando a chefia do gabinete, foi alvo da Operação Tie-Break, da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), que investigou suspeitas de irregularidades na gestão do Centro Olímpico de Santa Maria pelo IAV.

Segundo as investigações divulgadas à época, o contrato com o GDF era de aproximadamente R$ 9,95 milhões. Cerca de R$ 3 milhões em despesas não teriam sido comprovados, e perícia apontou possível prejuízo de R$ 800,4 mil aos cofres públicos. Auditorias também identificaram questionamentos sobre preços e prestação de contas.

A investigação não significa condenação. Na época, a defesa de Ricarda afirmou que ela sempre agiu de forma ética e legal.

Apesar da operação, Ricarda permaneceu na estrutura política de Leila e continua como chefe de gabinete, segundo registros do Senado.

Outro nome ligado ao IAV, Francisco Barbosa Pedrosa, também passou pelo gabinete da senadora e atualmente aparece como tesoureiro do PDT-DF.

A situação ganha repercussão política diante do discurso de Leila em defesa do combate à corrupção. Em suas redes sociais, a senadora já afirmou: “não passo pano pra corrupção”.

Os registros públicos, porém, não demonstram que Leila tenha cometido qualquer irregularidade ou que Ricarda seja culpada pelos fatos investigados. O episódio coloca em discussão os critérios adotados pela senadora para a escolha e permanência de seus principais colaboradores.

A Guardiã da Notícia está aberta à manifestação de Leila Barros, Ricarda Lima, Francisco Barbosa Pedrosa e do Instituto Amigos do Vôlei.

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Pai e avô orgulhoso, marido apaixonado, médico e homem público por vocação. Quatro vezes governador de São Paulo e vice-presidente